Centro de Informática Empresarial
02 Ago
2016

Finanças bloqueiam software de faturação do Grupo PIE por fuga ao fisco

financas bloqueia softwares fraudulentos

Mude agora para um Software 100% Legal

A Autoridade Tributária (AT) bloqueou os programas de faturação CR MAIS e WinPlus após ter identificado a fraude que permitia eliminar as faturas já emitidas.

Os comerciantes (cerca de 10 mil) que utilizam os programas de faturação viram a licença revogada pela AT, têm agora até 15 de Setembro de 2016 para adoptar outros programas (software) informáticos. Voluntariamente, se for o caso, deverão regularizar a situação tributária respectiva às facturas cuja emissão tenha sido omitida.

Ligue agora 707 25 50 90 —e fale com a Sílvia— para mudar para novo programa informático, que respeita as regras da AT.

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De acordo com a notícia no SapoTek «a identificação do sistema que permitia a fuga aos impostos foi feita durante ações de controlo, tendo o Ministério Público comunicado à Autoridade Tributária que “os programas de faturação “CR Mais” e “WinPlus” (certificados n.º 1422 e 1751) se encontram dotados de um conjunto de funcionalidades concebidas para permitir ao utilizador a eliminação dos registos de vendas e prestações de serviços”.

Esta não é a primeira vez que a Autoridade Tributária suspende um certificado de uma empresa de software de faturação por fuga ao fisco. Já em 2014 a operação Fatura Suspensa visou a aplicação da iECR por alegadamente recorrer À utilização de um “botão verde” ou “botão mágico” que permitiria suspender a venda sempre que o cliente não pede uma fatura com número de contribuinte, o que se consumava na não declaração dessa mesma venda às autoridades.

A Autoridade Tributária já suspendeu os certificados do Grupo PIE relativos aos programas “CR Mais” e “WinPlus”, que têm uma larga expressão, sendo utilizados por mais de 10 mil empresas, afirma o organismo.

Estas empresas têm agora até dia 15 de setembro para mudarem de software de faturação e “quando aplicável, declarar junto da AT a intenção de regularizar voluntariamente a sua situação tributária em relação às faturas cuja emissão ou comunicação tenha sido omitida”.»

 

Fonte:

tek.sapo.pt

economico.sapo.pt

Sergio Pinto
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