Centro de Informática Empresarial
24 Fev
2016

Logomarca – Qual o seu valor?

Todos estamos, todos os dias, rodeados por centenas de logomarcas (logótipos). Elas dão sentido aos produtos, geram emprego e imprimem competitividade ao mercado, assim como contribuem para o desenvolvimento económico de um pais, mas já imaginou um mundo sem logomarcas?

As imagens da música “Another Brick in the Wall” num mundo padronizado e monótono no universo recriado pelos Pink Floyd nada é espontâneo, não existe possibilidade de escolha e todas as pessoas além de serem semelhantes têm o mesmo comportamento. Se esta sociedade é mecanizada e cinzenta até que ponto seria muito diferente um mundo onde não existisse a cor e a diversidade das logomarcas?

“Eu acho que é possível de imaginar um mundo sem logomarcas mas seguramente um mundo muito confuso, um mundo onde não há escolha, portanto os produtos não tem qualquer tipo de identificação, onde chegamos às prateleiras e tudo nos parece igual, onde as coisas não estão identificadas, não sabemos quem as faz, não sabemos o que representam, não sabemos o que as empresas que estão por trás dos produtos significam, portanto, seria um mundo impossível de se fazer.” – João Paulo Girbal, Presidente da Centromarca

Segundo os especialistas a primeira vez que se sentiu necessidade de se aportar valor a algo, remonta à pré-história, criando assim o conceito fundamental para o mundo das logomarcas.

“A verdade é que a logomarca comercial tem a ver com o fim do séc IX, com o pós-revolução industrial, com o aparecimento dos excedentes e com a necessidade que as pessoas e/ou fabricantes tinham de assinalar esses produtos que tinham em excedente e tinham que ir para o mercado, sendo a melhor maneira de ir para o mercado com valor era serem marcados. Com a revolução industrial surge a necessidade de proteger a patente. Muita da lógica da logomarca está associada a um processo de fabrico, um processo de concessão, a um processo de produção onde havia necessidade de garantir juntos dos concorrentes algo de diferenciador.” – João Dionísio Dir. Projectos Dendrite Marketing Research

Uma diferenciação que hoje se traduz em milhares de insígnias. Do cizentismo de um mundo sem logomarcas, o planeta ganhou mais cor com a chegada de diferentes logotipos. São estas representações que levam o cérebro a reagir às logomarcas.

Mais do que um simples produto, as logomarcas são aos olhos dos consumidores a extensão deles próprios, funcionam como elemento diferenciado de cada pessoa, representam um estado espirito, uma forma de estar e até mesmo de encarar a vida.

Marcia Costa
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